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Jean Sommer - Arrangements - José

Contém documentação diversa relacionada com o trabalho de arranjos e de direcção musical de José Mário Branco de canções de Jean Sommer. Inclui fichas de registo, correspondência, apontamentos diversos e partituras e cifras da canção "À la fête", da autoria de Jean Sommer, na qual José Mário Branco foi responsável pelo arranjo e direcção musical, tendo sido publicada em single em 1972.

JMB - 7º CD - Obra dispersa

Contém documentação relacionada com o projecto de edição de um álbum de "Obra dispersa" de José Mário Branco, a ser publicado pela Valentim de Carvalho na sequência da reedição da sua discografia em 1996. Este projecto só foi concretizado em 2018, com a publicação do disco "Inéditos (1967-1999)". Inclui correspondência, apontamentos e propostas de alinhamento.

JMB - álbum "Liliput" - 2000

Contém uma folha de separador com o título "Tema 16a", presumivelmente relacionada com a gravação do disco "Resistir é Vencer" (2004), de José Mário Branco; e 8 folhas de linhas vazias. A capa desta subpasta é referente ao álbum com o título "Liliput", projectado para ser publicado em 2000, mas que não chegaria a ser gravado. Este disco incluiria várias canções elaboradas por José Mário Branco para a peça de teatro "Gulliver", encenada por Hélder Costa e estreada em 1997, tendo algumas sido incluídas no álbum "Resistir é vencer" (2004).

JMB - guit.

Contém folha de separador com o título "JMB guit." e duas partituras da canção "Tiro-no-liro", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi incluída no álbum "A Noite", de José Mário Branco, publicado em 1985 pela UPAV - União Portuguesa de Artistas de Variedades; e foi incluída em vários espectáculos de José Mário Branco, incluindo os concertos de "A Noite", apresentados no Coliseu de Lisboa em 1985. O verso da folha usada como separador incluí partitura e cifras de uma canção com o título "Quand le jazz est là", presumivelmente referente à canção "Le Jazz et la Java", da autoria de Claude Nougaro.

JMB 1997 - Disco Ao Vivo

Subpasta com documentação diversa relacionada com os espectáculos realizados por José Mário Branco em 1997 e com a produção do disco "José Mário Branco ao Vivo em 1997". Este duplo CD foi resultado da gravação de espectáculos ao vivo de José Mário Branco no Coliseu do Porto a 14 de Junho de 1997, no Teatro da Trindade em Lisboa a 15, 16 e 18 de Junho de 1997, e no Teatro Gil Vicente em Coimbra a 20 de Junho de 1997.

JMB 2003/2004

Contém documentação relacionada com a produção do álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004. Inclui apontamentos diversos, letras de canções, mapeamentos de gravação, calendários, e.o.

JMB Recital 1997 - Alinhamento disco ao vivo

Alinhamento das canções incluídas no duplo CD de José Mário Branco "Ao Vivo em 1997", que inclui a gravação dos espectáculos ao vivo de José Mário Branco no Coliseu do Porto a 14 de Junho de 1997, no Teatro da Trindade em Lisboa a 15, 16 e 18 de Junho de 1997, e no Teatro Gil Vicente em Coimbra a 20 de Junho de 1997. Inclui as autorias das canções e campos em branco de "tempo", "origem" e "observações" para cada canção.
Alinhamento: 1ª parte / CD 1 - "Eh companheiro" (Sérgio Godinho / José Mário Branco); "Uma vez que já tudo se perdeu" (Ruy Belo / José Mário Branco); "Inquietação" (José Mário Branco); "Cantiga de trabalho" (João Lóio / José Mário Branco); "Engrenagem" (José Mário Branco); "Elogio da corporação" (José Mário Branco); "Remendos e côdeas" (José Mário Branco, segundo Bertolt Brecht); "Moncorvo torre e gente" (José Mário Branco); "Shalom Palestina" (José Mário Branco); "Arrocachula" (José Mário Branco); "Margem de certa maneira" (José Mário Branco); "Ser solidário" (José Mário Branco); 2ª parte / Cd 2 - "1900" (Mário Jorge Bonito / José Mário Branco); "De pé (Saudação a Antero)" (José Mário Branco); "Menina dos meus olhos" (José Mário Branco); "Teu nome Lisboa" (Manuela de Freitas / José Mário Branco); "Capote preto, capote branco" (José Mário Branco); "Terra quente" (José Mário Branco); "As canseiras desta vida" (José Mário Branco, segundo Bertolt Brecht); "Emigrantes da quarta dimensão" (José Mário Branco); "Queixa das almas jovens censuradas" (Natália Correia / José Mário Branco); "A noite" (José Mário Branco); "Cantiga de alevantar ("Leva-leva")" (José Mário Branco, segundo Bertolt Brecht).

José Mário Branco

JMB Recital 1997 - Análise das gravações

Mapeamento de análise das gravações das canções interpretadas no âmbito dos espectáculos de José Mário Branco ao vivo em 1997. Inclui a análise das gravações dos espectáculos realizados no Coliseu do Porto (14 de Junho), Teatro da Trindade em Lisboa (15 e 18 de Junho) e Teatro Gil Vicente em Coimbra (20 de Junho). Inclui apontamentos e observações sobre as três primeiras canções da 1ª parte dos espectáculos. Os espectáculos tiveram o seguinte alinhamento: 1ª parte - "Eh companheiro"; "Uma vez que já tudo se perdeu"; "Inquietação"; "Cantiga de trabalho"; "Engrenagem"; "Elogio da corporação"; "Remendos e côdeas"; "Do que um homem é capaz"; "Moncorvo torre e gente"; "Shalom Palestina"; "Arrocachula"; "Margem de certa maneira"; "Ser solidário"; 2ª parte - "1900"; "De pé"; "Menina dos meus olhos"; "Amor gigante"; "Teu nome Lisboa"; "Capote preto, capote branco"; "Terra quente"; "As canseiras desta vida"; Eram mais de mil"; "Emigrantes da quarta dimensão"; "Queixa das almas jovens censuradas"; "A noite"; "Cantiga de alevantar "Leva-leva".
O duplo CD "Ao Vivo em 1997" resultou da gravação dos espectáculos ao vivo de José Mário Branco no Coliseu do Porto a 14 de Junho de 1997, no Teatro da Trindade em Lisboa a 15, 16 e 18 de Junho de 1997, e no Teatro Gil Vicente em Coimbra a 20 de Junho de 1997.

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