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Parte de bombos da canção "Eu vi este povo a lutar (Confederação)"

Partitura / parte de bombos da canção "Eu vi este povo a lutar (Confederação)", da autoria de José Mário Branco. Esta canção fez parte da banda sonora do filme "A Confederação" (1978) e foi publicada no LP com o mesmo título. A canção foi posteriormente incluída nos espectáculos (1980-1982) e no disco "Ser Solidário" (1982) de José Mário Branco. Foi incluída no espectáculo "Três Cantos: ao vivo", de José Mário Branco, Fausto e Sérgio Godinho, apresentado em Lisboa e no Porto, em 2009.

José Mário Branco

Parte de bombos da canção "Eu vi este povo a lutar (Confederação)"

Partitura / parte de bombos da canção "Eu vi este povo a lutar (Confederação)", da autoria de José Mário Branco. Esta canção fez parte da banda sonora do filme "A Confederação" (1978) e foi publicada no LP com o mesmo título. A canção foi posteriormente incluída nos espectáculos (1980-1982) e no disco "Ser Solidário" (1982) de José Mário Branco e foi também apresentada no programa televisivo "Notas Soltas" da RTP, em 1984. Foi incluída no espectáculo "Três Cantos: ao vivo", de José Mário Branco, Fausto e Sérgio Godinho, apresentado em Lisboa e no Porto, em 2009.

José Mário Branco

Parte de bombo da canção "Cantiga do sorriso amarelo"

Partitura / parte de bombo da canção "Cantiga do Sorriso Amarelo", da autoria de José Mário Branco. Esta canção terá sido considerada por José Mário Branco para ser incluída no LP "Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades", publicado em 1971, porém acabou por não fazer parte do alinhamento final do álbum.

José Mário Branco

Parte de bombardino da canção "Andor e conduto"

Partitura / parte de bombardino em dó da canção "Andor e conduto". Esta canção, com letra de Grabato Dias (António Quadros), musicada por Amélia Muge, foi incluída no disco "Taco a Taco", de Amélia Muge, publicado em 1998. José Mário Branco foi responsável pela co-produção do disco e por arranjos de canções.

José Mário Branco

Parte de bateria da canção "Romance feudal"

Partitura / parte de bateria da canção "Romance feudal", da autoria de José Jorge Letria. Esta canção foi considerada para o LP "Até ao pescoço", de José Jorge Letria, publicado em 1972, mas não foi incluída. José Mário Branco foi responsável pelo arranjo musical desta canção e pela direcção musical deste disco.

José Mário Branco

Parte de baixos da canção "Miriam"

Partitura e cifras / parte de baixos da canção "Miriam" (letra de Manuela de Freitas, música de José Mário Branco). Foi incluída no álbum "Infinito Presente", de Camané, publicado em 2015. José Mário Branco foi responsável pelos arranjos e pela direcção musical deste disco.

José Mário Branco

Parte de baixos da canção "Miriam"

Partitura e cifras / parte de baixos da canção "Miriam" (letra de Manuela de Freitas, música de José Mário Branco). Foi incluída no álbum "Infinito Presente", de Camané, publicado em 2015. José Mário Branco foi responsável pelos arranjos e pela direcção musical deste disco.

José Mário Branco

Parte de baixo eléctrico da canção "Vá... Vá..."

Partitura / parte de baixo eléctrico da canção "Vá... Vá..." da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi incluída nos espectáculos "Ser Solidário" (1980/1982) de José Mário Branco, organizados pelo Teatro do Mundo e no disco "Ser Solidário", de José Mário Branco, publicado em 1982.

José Mário Branco

Parte de baixo eléctrico da canção "Quantos é que nós somos?"

Partitura / parte de baixo eléctrico da canção "Quantos é que nós somos?", escrita por Manuela de Freitas e José Mário Branco e musicada por José Mário Branco. Esta canção foi inicialmente gravada e incluída no álbum "Festa de Abril", publicado em 1987 pela Associação 25 de Abril. A canção esteve para ser incluída no LP "Correspondências" (1991), o que não veio a acontecer, sendo uma nova versão incluída no duplo álbum "Obrigado Otelo", publicado em 1989 em homenagem a Otelo Saraiva de Carvalho. Foi incluída nos espectáculos "Fim de Noite" (1987).

José Mário Branco

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