Poema "Resolução dos Comuneiros"
- PT CEDJMB CX-46-03-004
- Unidad documental simple
- [s.d.]
Poema "Resolução dos Comuneiros", da autoria de Bertolt Brecht, incluída na peça de teatro "Os dias da Comuna".
José Mário Branco
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Poema "Resolução dos Comuneiros"
Poema "Resolução dos Comuneiros", da autoria de Bertolt Brecht, incluída na peça de teatro "Os dias da Comuna".
José Mário Branco
Letra da canção "A vida rompeu"
Letra da canção "A vida rompeu", poema da autoria de Nuno Júdice, segundo Raúl Brandão, musicado por José Mário Branco para a peça de teatro "A Morte do Palhaço", encenada por João Brites e estreada em 1991, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" (2004), e em várias actuações de José Mário Branco, incluindo num concerto realizado a 25 de Abril de 2005, na Guarda.
José Mário Branco
Poema "O Coiso", da autoria de José Afonso, presumivelmente lido num espectáculo de José Mário Branco, realizado a 7 de Dezembro de 1998, no Teatro Camões em Lisboa.
José Mário Branco
Letra da canção "Mãe pobre", poema de Carlos de Oliveira musicado por Fernando Lopes-Graça. Esta canção foi originalmente publicada no livro "Marchas, danças e canções", de Fernando Lopes-Graça, em 1946. Foi incluída nos espectáculos "As margens da alegria", realizados em Abril de 1999. José Mário Branco participou nestes espectáculos e na sua organização. Inclui apontamento.
José Mário Branco
Letra da canção "1900 (Carta a Anton Tchekhov)"
Letra da canção "1900 (Carta a Anton Tchekhov)", poema de Mário Jorge Bonito, com o título original "Alexandre". Com musica de José Mário Branco, foi originalmente incluída no álbum "Correspondências", de José Mário Branco, publicado em 1991. Foi incluída em vários espectáculos de José Mário Branco, incluindo nos espectáculos ao vivo de José Mário Branco, realizados em 1997, e dos quais resultaria o disco "José Mário Branco ao Vivo em 1997". Esta letra foi impressa no verso de uma folha de teste de impressora Laser Writer IIf da Apple.
José Mário Branco
Transcrição manuscrita do poema "Ode Marítima", de Álvaro de Campos (heterónimo de Fernando Pessoa). Foi utilizado como apoio para a música da peça de teatro "O Guardião do Rio", encenada por Adolfo Gutkin para o Teatro do Mundo em 1980 e na qual José Mário Branco participou como actor e foi responsável pela música. Foi escrito no verso de folhas de dados do Banco Borges & Irmão.
José Mário Branco
Versão preliminar do texto de "FMI", de José Mário Branco. "FMI" foi incluído nos espectáculos "Ser Solidário" (1980-1982) de José Mário Branco, organizados pelo Teatro do Mundo. A gravação ao vivo foi publicada em maxi-single juntamente com o álbum "Ser Solidário" (1982), de José Mário Branco. Inclui várias rasuras, apontamentos e a folha final é manuscrita. Está incluído em documentação para a música da peça de teatro "O Guardião do Rio", encenada por Adolfo Gutkin para o Teatro do Mundo em 1980 e na qual José Mário Branco participou como actor e foi responsável pela música. Foi escrito no verso de folhas de dados do Banco Borges & Irmão.
José Mário Branco
Poema "Seja Qual for a Estrada"
Poema "Seja Qual for a Estrada", de Pedro Tamen, incluído na documentação do filme "Coitado do Jorge", de Jorge Silva Melo, estreado em 1993. José Mário Branco musicou outro poema de Pedro Tamen, "Meu Amor, de Madrugada", para este filme, com interpretação de Duarte Mendes. Ambos os poemas foram incluídos no livro "Escrito de Memória", publicado em 1973. José Mário Branco foi conselheiro musical do filme, em parceria com o actor Pedro Hestnes. José Mário Branco participou também como actor.
José Mário Branco
Poema "Que Vento nos Varreu", de autoria não identificada, incluído na documentação do filme "Coitado do Jorge", de Jorge Silva Melo, estreado em 1993. Tendo em conta a restante documentação da pasta, é possível que a autoria seja de Pedro Tamen. José Mário Branco foi conselheiro musical do filme, em parceria com o actor Pedro Hestnes. José Mário Branco participou também como actor.
José Mário Branco
Manuscrito do poema "Se não chovesse tanto", da autoria de Manuela de Freitas. Foi cantado e gravado por Cristina Branco, e publicado no álbum "Fado/Tango", em 2011.
Manuela de Freitas