- PT CEDJMB CX-03-18-017
- Unidad documental simple
- [s.d.]
Dois versos escritos a caneta: "Não era tanto a maneira de falar / Ou a importância das coisas que dizia".
José Mário Branco
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Dois versos escritos a caneta: "Não era tanto a maneira de falar / Ou a importância das coisas que dizia".
José Mário Branco
Poema manuscrito de José Mário Branco, com os seguintes versos iniciais: "Salvo erro, foi aqui neste lugar/Que me aconteceu cantar". O poema está escrito num envelope postal remetido de Londres.
José Mário Branco
Letra da canção "Trago-te abraço de Lisboa"
Manuscrito da letra da canção "Trago-te abraço de Lisboa", da autoria de Inácio (Inácio Amador Alves da Costa).
Inácio
Letra da canção "À sexta-feira"
Manuscrito da letra da canção "À sexta-feira", da autoria de Inácio (Inácio Amador Alves da Costa). Esta canção foi publicada em single, em 1983. Não há registo de José Mário Branco ter colaborado na produção do single.
Inácio
Letra da canção "Os dias passam parados"
Manuscrito da letra da canção "Os dias passam parados", da autoria de Inácio (Inácio Amador Alves da Costa).
Inácio
Letra da canção "Enquanto dormes"
Manuscrito da letra da canção "Enquanto dormes", da autoria de Inácio (Inácio Amador Alves da Costa).
Inácio
Letra da canção "Senhor advogado"
Manuscrito da letra da canção "Senhor advogado", da autoria de Inácio (Inácio Amador Alves da Costa).
Inácio
Texto manuscrito de comunicado com o título "Outro 1º de Maio", assinado pelo Núcleo Sindical do jornal "O Que Faz Falta" , que viria a ser publicado com o título "Mudar de Vida", cuja edição impressa e online iniciou em 2007. José Mário Branco foi um dos responsáveis por este jornal.
Manuscrito de poema, provavelmente de José Mário Branco, que começa com os versos: "Com muita gente eu tenho já falado / E a todos eu ouvi parecer diferente".
José Mário Branco
12 - Canção final: Que Ninguém Diga "Nunca"
Letra da canção «Que Ninguém Diga "Nunca"», incluída na peça de teatro "A Mãe", da autoria de Bertolt Brecht e traduzida para português por Yvette Centeno e Teresa Balté. Contém manuscrito a lápis (com rasuras) com a adaptação desta letra por José Mário Branco, que a musicou. Esta canção, com o título «Aquele Que Está Vivo Não Diga Nunca "Nunca"», foi incluída na peça de teatro "A Mãe" (1977), do grupo de teatro A Comuna e no disco "A Mãe" (1978), de José Mário Branco, que consiste nas canções que fizeram parte da música da peça.
José Mário Branco