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2º Festival da Canção de Lisboa, Feira Popular, Julho de 1988 - A Cantar

Contém partitura geral da canção "A cantar", letra de Manuela de Freitas e José Mário Branco e música de José Mário Branco. Esta canção foi interpretada por Maria Armanda, com orquestração de Fernando Correia Martins, no 2º Festival da Canção de Lisboa, realizado na Feira Popular, em Julho de 1988. A organização desta pasta é da responsabilidade dos curadores do CEDJMB-ML.

Acerto de contas

Relatório de acerto de contas com informações de cachet, despesas e saldos relacionados com vários espectáculos realizados por José Mário Branco em 1997 (Gulpilhares, Porto, Lisboa, Coimbra, Estremoz, Oeiras, Guimarães) e com a produção do duplo CD "Ao Vivo em 1997", resultado da gravação de espectáculos ao vivo de José Mário Branco no Coliseu do Porto a 14 de Junho de 1997, no Teatro da Trindade em Lisboa a 15, 16 e 18 de Junho de 1997, e no Teatro Gil Vicente em Coimbra a 20 de Junho de 1997.

Acerto de contas

Relatório de acerto de contas com informações de cachet, despesas e saldos relacionados com vários espectáculos realizados por José Mário Branco em 1997 (Gulpilhares, Porto, Lisboa, Coimbra, Estremoz, Oeiras, Guimarães) e com a produção do duplo CD "Ao Vivo em 1997", resultado da gravação de espectáculos ao vivo de José Mário Branco no Coliseu do Porto a 14 de Junho de 1997, no Teatro da Trindade em Lisboa a 15, 16 e 18 de Junho de 1997, e no Teatro Gil Vicente em Coimbra a 20 de Junho de 1997. Inclui um "Encontro de contas final" datado de 28 de Maio de 1998, com apontamentos a caneta.

Alexandra - "...Regressa ao passado"

Folha de separador referente ao contrato de produção fonográfica entre a UPAV - União Portuguesa de Artistas de Variedades e a artista-sócia Alexandra para edição do disco "...Regressa ao passado". Este contrato foi da responsabilidade de José Mário Branco. Inclui número de catálogo "U-91.001".

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Alinhamento

Alinhamento do espectáculo "Cantar de Novo", realizado no âmbito da actividade do Bloco de Esquerda, a 11 de Setembro de 1999, na FIL. José Mário Branco participou neste espectáculo e na sua organização. Inclui canções de várias autorias e indicações dos músicos participantes.

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Alinhamento - Camané ao vivo

Alinhamento de espectáculos de Camané realizados na casa de fados Taverna do Embuçado, em 2003. As gravações destes espectáculos foram utilizadas para o disco de Camané "Ao Vivo - Como Sempre, Como Dantes", publicado em 2003. José Mário Branco e Manuela de Freitas foram responsáveis pela produção artística deste disco. Inclui indicação do tom de cada canção, e da origem / dia de gravação, entre outras observações.

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Alinhamento de actuação em Évora

Programa / Alinhamento de actuação de José Mário Branco em Évora, realizado a 23 de Abril (provavelmente de 1988), impresso numa folha template com o símbolo da UPAV. Inclui o alinhamento e a ordem das canções interpretadas nesta actuação, incluindo eventuais encores, assim como indicações de interpretações a solo de José Mário Branco em algumas das canções. As canções incluídas neste programa são: "Águas paradas não movem moinhos"; "Queixa das almas jovens censuradas"; "Tiro-no-liro"; "Quantos é que nós somos?"; "Remendos e côdeas"; "Zeca"; "Quando eu for grande"; "Cada dia são cem"; "Fado Penélope"; "Primavera"; "Fado da tristeza"; "Os meninos de amanhã"; "Sant'Antoninho"; "A velha mãe e seus dois filhos"; "Camões e a tença"; "Emigrantes da 4ª dimensão"; "Eu vim de longe (Chulinha)"; "Confederação"; "A cantiga é uma arma".

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Alinhamento de actuação em Odemira

Alinhamento/programa de actuação de José Mário Branco em Odemira, realizado a 25 de Abril (provavelmente de 1988), impresso numa folha template com o símbolo da UPAV. Inclui um alinhamento de canções: "Águas paradas não movem moinhos"; "Queixa das almas jovens censuradas"; "Tiro-no-liro"; "Quantos é que nós somos?"; "Remendos e côdeas"; "Zeca"; "Quando eu for grande"; "Cada dia são cem"; "Fado Penélope"; "Primavera"; "Fado da tristeza"; "Os meninos de amanhã"; "Sant'Antoninho"; "A velha mãe e seus dois filhos"; "Camões e a tença"; "Emigrantes da 4ª dimensão"; "Eu vim de longe (Chulinha)"; "Confederação"; "A cantiga é uma arma".

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Alinhamento de actuação no Seixal

Programa/alinhamento de actuação de José Mário Branco no Seixal, impresso numa folha template com o símbolo da UPAV. A data 24 de Abril (provavelmente de 1988), surge riscada a caneta. Inclui o alinhamento e a ordem das canções interpretadas nesta actuação, incluindo eventuais encores. As canções incluídas neste programa são: "Águas paradas não movem moinhos"; "Queixa das almas jovens censuradas"; "Tiro-no-liro"; "Quantos é que nós somos?"; "Remendos e côdeas"; "Zeca"; "Quando eu for grande"; "Cada dia são cem"; "Fado Penélope"; "Primavera"; "Fado da tristeza"; "Os meninos de amanhã"; "Sant'Antoninho"; "A velha mãe e seus dois filhos"; "Camões e a tença"; "Emigrantes da 4ª dimensão"; "Eu vim de longe (Chulinha)"; "Confederação"; "A cantiga é uma arma".

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