Texto sobre o projecto de concerto-dançado com o título "Andanças, Trajanças e Contradanças" de Amélia Muge, para o Comissariado da Expo-98. José Mário Branco colaborou neste projecto. Inclui indicação de grupos e músicos convidados a colaborar: Cramol, O Ó Que Som Tem, Amélia Muge, José Mário Branco, Ala dos Namorados, Gaiteiros de Lisboa, Vozes Búlgaras, Kiril Stefanov e Vasco Martins.
Mensagem fax de José Mário Branco para Armando Martins (editora Strauss), relacionada com o projecto de edição de um álbum de "Obra dispersa" de José Mário Branco, a ser publicado pela Valentim de Carvalho na sequência da reedição da sua discografia em 1996. Este projecto só foi concretizado em 2018, com a publicação do disco "Inéditos (1967-1999)". Esta correspondência foi grafada no verso de uma folha de anúncio comercial da impressora Laser Writer II f, comercializada pela Apple Inc.
Manuscrito de poema / letra de canção sem título, provavelmente da autoria de José Mário Branco, cujo primeiro verso é "Para essa raiva que nos pega pelos nervos". Uma canção com o título "Raiva", com outra letra, esteve planeada para inclusão no disco "Crónica", de José Mário Branco (em colaboração com Álvaro Guerra), projectado para ser gravado entre 1973 e 1974; porém, nunca foi publicado. O verso da folha inclui uma transcrição do poema "Romance de Pedro Soldado", da autoria de Manuel Alegre, publicado em 1965, que José Mário Branco musicou. A melodia desta canção seria reutilizada em "O Charlatão".
Manuscrito de letra de canção em francês, sem título, presumivelmente relacionada com a actividade do Groupe Organon, do qual José Mário Branco fez parte. Começa com os seguintes versos: "Nous sommes les animateurs / de la ville nouvelle de Trappes".
Letras de canções, provavelmente da autoria de José Mário Branco, com os seguintes títulos: "Liberté", "Si tu croix que je suis heureux comme sa (Anglais)" e "Le Cafard". Estas canções foram incluídas no projecto de comédia musical "Aerofagus", desenvolvido entre 1969 e 1970 por Jean-Marie Binoche, José Mário Branco e Jean Sommer, mas que não chegou a ser estreado. José Mário Branco foi um dos responsáveis pela elaboração da música para esta peça.
Cifras sem identificação. Estas cifras estão incluídas numa pasta com documentação relacionada com o projecto de comédia musical "Aerofagus", desenvolvido entre 1969 e 1970 por Jean-Marie Binoche, José Mário Branco e Jean Sommer, mas que não chegou a ser estreado. José Mário Branco foi um dos responsáveis pela elaboração da música para esta peça.
Tradução para francês da letra da canção "Cantiga do ódio", também identificada em documentação como "Cantigas". Esta canção foi musicada por José Mário Branco a partir de três poemas de Carlos de Oliveira: “O Viandante”, “Cantiga dos cravos” e “Cantiga do ódio”.
Alinhamento de canções para actuações ao vivo de José Mário Branco, com descrições em italiano de cada canção. Inclui canções incluídas em vários discos de José Mário Branco (do EP "Seis Cantigas de Amigo", do single "Ronda do Soldadinho / Mãos ao ar" e do LP "Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades"). Inclui também descrições de várias canções não publicadas em disco ("1001 nuits", Barbarella and Satanik", "Le cafard", "L'or et l'acier", "Basta", "Elle n'est pas morte" e "Canto Duro") e do repertório de canções populares e "heróicas", harmonizadas ou compostas por Fernando Lopes-Graça ("Canta Camarada Canta", "Terra Pátria" [Mãe Pobre], "Catarina").
Letra da canção tradicional portuguesa "Lá vai o comboio" e da sua tradução para francês. Esta canção foi incluída num disco produzido por José Mário Branco com repertório de música popular tradicional portuguesa, aparentemente gravado em finais de 1971 e publicado sob pseudónimo em 1972, em França, tendo duas edições distintas: "O meu coração está em Portugal" (Choeur Manuel Paz et son orchestre) e "Portugal meu Sol" (Orchestre et choeurs Fernando Vira).