Partitura / parte de violoncelo de "O velho e o novo", incluído na peça de teatro "Galileu Galilei", adaptada do original de Bertolt Brecht por Yvette Centeno, e encenada por Carlos Avilez para o Teatro Experimental de Cascais, tendo estreado em 1986. José Mário Branco foi responsável pela música desta peça.
Partitura / parte de violoncelo de "A razão ficou à porta", incluído na peça de teatro "Galileu Galilei", adaptada do original de Bertolt Brecht por Yvette Centeno, e encenada por Carlos Avilez para o Teatro Experimental de Cascais, tendo estreado em 1986. José Mário Branco foi responsável pela música desta peça.
Partitura / parte de clarinete de "Abertura", incluído na peça de teatro "Galileu Galilei", adaptada do original de Bertolt Brecht por Yvette Centeno, e encenada por Carlos Avilez para o Teatro Experimental de Cascais, tendo estreado em 1986. José Mário Branco foi responsável pela música desta peça.
Partitura / parte de clarinete de "Não há céu!", incluído na peça de teatro "Galileu Galilei", adaptada do original de Bertolt Brecht por Yvette Centeno, e encenada por Carlos Avilez para o Teatro Experimental de Cascais, tendo estreado em 1986. José Mário Branco foi responsável pela música desta peça.
Mensagem de José Mário Branco para António José Martins, relacionadaa com a música da peça de teatro "A Pécora (Auto da Paixão de Santa Melânia)" de Natália Correia, encenada por João Mota e apresentada pelo grupo de teatro A Comuna entre 1989 e 1990. José Mário Branco foi responsável pela música desta peça, com a colaboração de António José Martins. Esta mensagem foi escrita no verso de um excerto de texto da autoria de José Mário Branco sobre a sua relação com o Partido Comunista Português e o catolicismo, publicado no jornal "Combate", em Novembro de 1988. Na versão impressa do texto, este aparece datado de Outubro de 1988.