Mapeamento de análise das gravações das canções interpretadas no âmbito dos espectáculos de José Mário Branco ao vivo em 1997. Inclui a análise das gravações dos espectáculos realizados no Coliseu do Porto (14 de Junho), Teatro da Trindade em Lisboa (15 e 18 de Junho) e Teatro Gil Vicente em Coimbra (20 de Junho). Inclui apontamentos e observações sobre as três primeiras canções da 1ª parte dos espectáculos. Os espectáculos tiveram o seguinte alinhamento: 1ª parte - "Eh companheiro"; "Uma vez que já tudo se perdeu"; "Inquietação"; "Cantiga de trabalho"; "Engrenagem"; "Elogio da corporação"; "Remendos e côdeas"; "Do que um homem é capaz"; "Moncorvo torre e gente"; "Shalom Palestina"; "Arrocachula"; "Margem de certa maneira"; "Ser solidário"; 2ª parte - "1900"; "De pé"; "Menina dos meus olhos"; "Amor gigante"; "Teu nome Lisboa"; "Capote preto, capote branco"; "Terra quente"; "As canseiras desta vida"; Eram mais de mil"; "Emigrantes da quarta dimensão"; "Queixa das almas jovens censuradas"; "A noite"; "Cantiga de alevantar "Leva-leva". O duplo CD "Ao Vivo em 1997" resultou da gravação dos espectáculos ao vivo de José Mário Branco no Coliseu do Porto a 14 de Junho de 1997, no Teatro da Trindade em Lisboa a 15, 16 e 18 de Junho de 1997, e no Teatro Gil Vicente em Coimbra a 20 de Junho de 1997.
Partitura / parte de guitarra eléctrica da canção "Cada Dia São Cem (Carta Ao Remetente)", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi incluída no álbum "Correspondências", de José Mário Branco, publicado em 1991.
Partitura / parte de baixo eléctrico da canção "Cada Dia São Cem (Carta Ao Remetente)", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi incluída no álbum "Correspondências", de José Mário Branco, publicado em 1991.
Partitura / parte de, provavelmente, saxofone tenor da canção "Cada Dia São Cem (Carta Ao Remetente)", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi incluída no álbum "Correspondências", de José Mário Branco, publicado em 1991. Este instrumento não terá sido utilizado na gravação da canção.
Subpasta que contém partituras e cifras da canção "Fim de Festa", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi incluída no EP "Marchas Populares", publicado em 1978. A capa desta subpasta é da responsabilidade do CESEM.
Partitura / partes de flauta e saxofone tenor da canção "Fim de Festa", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi incluída no EP "Marchas Populares", publicado em 1978.
Partitura e cifras para saxofone barítono da canção "Fim de Festa", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi incluída no EP "Marchas Populares", publicado em 1978.
Listagem com o planeamento de discos e de alinhamentos de canções de José Mário Branco, projectados para serem gravados e publicados entre 1980 e 1981. Inclui indicação de previsão de datas de gravação e de publicação dos discos e inclui também referência a discos e canções não publicadas. Os discos e os alinhamentos são:
"Lisboa, Porto e Ondas Curtas" (LP) (gravado Setembro - saída 15 de Outubro): "S. João do Porto", "Fim de Festa", "Todos à Rua", "A Minha Rua", "Qual é a tua, ó meu", "A cantar", "Teu nome Lisboa", "Daqui houve nome Portugal (meu Porto)", "Inquietação", "Fado Penélope", "Fado da Tristeza", "Dá a volta por cima".
"Eu vim de longe" (Single) (gravado Setembro - saída 1 de Dezembro): "Eu vim de longe", "Nunca".
"Ser Solidário" (LP) (Maio 1981): "Ser Solidário", "Eu vim de longe", "13 dias, 9 meses", "Não te prendas a uma onda", "Travessia do deserto", "Vá vá de volta", "Sopram ventos adversos", "Arrocachula", "Que será, que será", "Cantiga para o Zeca".
"Linda Olinda" (Single) (Outubro de 1981): "Linda Olinda", "1900".
"In Memoriam" (LP" (Dezembro de 1981): "Cantiga de trabalho", "Comboio da Lousã", "Era a mina", "Giroflé (o circo)", "Eu não tenho a certeza", "As canseiras desta vida", "Qual é coisa, qual é ela", "Os meninos de amanhã", "ABC", "Remendos e côdeas", "Eles têm", "Nunca".
O verso da folha contém uma lista de contactos e moradas.
Manuscrito com a letra da canção "Daqui houve nome Portugal", da autoria de José Mário Branco. José Mário Branco planeou incluir esta canção no LP "Lisboa, Porto e Ondas Curtas", projectado para ser gravado e publicado em 1980, mas que não foi publicado. Foi gravada pelo cantor Rodrigo e publicada no álbum "O Fado Que Eu Canto" (1984). Com o título "Recado ao Porto", foi incluída nos espectáculos "Sons do Porto - A cidade a oito vozes" apresentados pelo Canto Nono no âmbito da programação do Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura e depois apresentado em várias cidades portuguesas, no decorrer do ano de 2002. José Mário Branco foi responsável pela direcção deste espetáculo. Foi ainda publicada no disco "O Porto a Oito Vozes" (2003). O verso da folha inclui uma proposta de alinhamento do LP "Lisboa, Porto e Ondas Curtas".
Capa de subpasta vazia, que conteria documentação com as melodias e harmonias de canções planeadas para serem incluídas no LP "Lisboa, Porto e Ondas Curtas" de José Mário Branco, projectado para ser gravado e publicado em 1980, mas que nunca chegou a ser publicado.