Letra da canção "A Tasca da Viúva Belavida", da autoria de José Mário Branco. Esta canção terá sido originalmente elaborada para a peça de teatro "Homem Morto, Homem Posto" d'A Comuna (1978), e foi incluída no espectáculo "Fim de Noite" (1987). Inclui apontamentos e referência à canção "Ser Solidário".
Manuscrito da letra da canção "À sexta-feira", da autoria de Inácio (Inácio Amador Alves da Costa). Esta canção foi publicada em single, em 1983. Não há registo de José Mário Branco ter colaborado na produção do single.
Duas versões manuscritas da letra da canção "A plantinha" (originalmente "Little plant", letra de Luis Santeiro e música de Joe Raposo), incluída na versão portuguesa da série de animação televisiva "Rua Sésamo", cuja transmissão pela RTP começou em 1989. José Mário Branco foi responsável pela adaptação de canções desta série ao longo da década de 1990. O verso das folhas inclui mapeamentos vazios de séries da RTP.
Letra da canção "A plantinha" (originalmente "Little plant", letra de Luis Santeiro e música de Joe Raposo), incluída na versão portuguesa da série de animação televisiva "Rua Sésamo", cuja transmissão pela RTP começou em 1989. José Mário Branco foi responsável pela adaptação de canções desta série ao longo da década de 1990.
Letra da canção "A noite e o dia" (a partir de Louise Bourgeois), poema da autoria de Jacinto Lucas Pires. Com música de Alfredo Marceneiro, foi incluída no disco "Sempre de Mim", de Camané, publicado em 2008. José Mário Branco foi responsável pelos arranjos musicais e pela direcção musical do disco. Inclui rasuras.
Letra da canção "A noite e o dia" (a partir de Louise Bourgeois), poema da autoria de Jacinto Lucas Pires. Com música de Alfredo Marceneiro, foi incluída no disco "Sempre de Mim", de Camané, publicado em 2008. José Mário Branco foi responsável pelos arranjos musicais e pela direcção musical do disco. Inclui rasuras e apontamentos.
Letra manuscrita da canção "A Noite", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi elaborada para a peça de teatro "O Guardião do Rio" encenada por Adolfo Gutkin para o Teatro do Mundo, foi integrada na peça musical "A Noite" e incluída no álbum "A Noite" de José Mário Branco, publicado em 1985 pela UPAV - União Portuguesa de Artistas de Variedades. "A Noite" fez parte do alinhamento de vários espectáculos de José Mário Branco, incluindo os concertos de "A Noite", apresentados no Coliseu de Lisboa em 1985.
Letra da canção "A morte nunca existiu", poema de António Joaquim Lança musicado por José Mário Branco. Esta canção foi originalmente incluída no LP "Margem de certa maneira" de José Mário Branco, publicado em 1972 e nos espectáculos "Ser solidário (1980 / 1982) e no disco com o mesmo título (1982). Foi incluída em vários espectáculos de José Mário Branco. Inclui apontamento com o nome de Mário Viegas.
Letra da canção "A morte nunca existiu", poema de António Joaquim Lança musicado por José Mário Branco. Esta canção foi originalmente incluída no LP "Margem de Certa Maneira" (1972) de José Mário Branco, e incluída nos espectáculos (1980-1982) e no álbum "Ser Solidário" (1982), de José Mário Branco. Esta letra foi dactilografada numa folha produzida pelo estúdio de gravação Rádio Produções Europa. Inclui cifras.