Letra da canção "A meu favor", poema de Alexandre O'Neill. Com música de José Mário Branco, foi incluída no disco "Do Amor e dos Dias", de Camané (2010), no qual José Mário Branco foi responsável pelos arranjos e pela direcção musical. Esta letra foi presumivelmente produzida para actuações ao vivo.
Letra da canção "A minha vida é", da autoria de Kátia Guerreiro. Esta canção, utilizada como prólogo e epílogo, foi incluída no disco "Sempre", de Kátia Guerreiro, publicado em 2018. José Mário Branco foi responsável pela produção e direcção musical deste disco. Inclui anotações.
Letra da canção "A minha vida é", da autoria de Kátia Guerreiro. Esta canção, utilizada como prólogo e epílogo, foi incluída no disco "Sempre", de Kátia Guerreiro, publicado em 2018. José Mário Branco foi responsável pela produção e direcção musical deste disco. Inclui anotações.
Letra da canção "A morte nunca existiu", poema de António Joaquim Lança musicado por José Mário Branco. Esta canção foi originalmente incluída no LP "Margem de certa maneira" de José Mário Branco, publicado em 1972 e nos espectáculos "Ser solidário (1980 / 1982) e no disco com o mesmo título (1982). Foi incluída em vários espectáculos de José Mário Branco. Inclui apontamento com o nome de Mário Viegas.
Letra da canção "A morte nunca existiu", poema de António Joaquim Lança musicado por José Mário Branco. Esta canção foi originalmente incluída no LP "Margem de Certa Maneira" (1972) de José Mário Branco, e incluída nos espectáculos (1980-1982) e no álbum "Ser Solidário" (1982), de José Mário Branco. Esta letra foi dactilografada numa folha produzida pelo estúdio de gravação Rádio Produções Europa. Inclui cifras.
Letra da canção "A morte nunca existiu", poema de António Joaquim Lança musicado por José Mário Branco. Esta canção foi originalmente incluída no LP "Margem de certa maneira", publicado em 1972; e nos espectáculos (1980 / 1982) e no álbum "Ser Solidário" (1982), de José Mário Branco. Foi presumivelmente considerada para ser incluída no espectáculo de José Mário Branco e Jean Sommer, realizado no Teatro Rivoli, no Porto, a 22 de Dezembro de 1998. Inclui indicação de cifras.
Letra manuscrita da canção "A Noite", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi elaborada para a peça de teatro "O Guardião do Rio" encenada por Adolfo Gutkin para o Teatro do Mundo, foi integrada na peça musical "A Noite" e incluída no álbum "A Noite" de José Mário Branco, publicado em 1985 pela UPAV - União Portuguesa de Artistas de Variedades. "A Noite" fez parte do alinhamento de vários espectáculos de José Mário Branco, incluindo os concertos de "A Noite", apresentados no Coliseu de Lisboa em 1985.
Letra da canção "A noite e o dia" (a partir de Louise Bourgeois), poema da autoria de Jacinto Lucas Pires. Com música de Alfredo Marceneiro, foi incluída no disco "Sempre de Mim", de Camané, publicado em 2008. José Mário Branco foi responsável pelos arranjos musicais e pela direcção musical do disco. Inclui rasuras.
Letra da canção "A noite e o dia" (a partir de Louise Bourgeois), poema da autoria de Jacinto Lucas Pires. Com música de Alfredo Marceneiro, foi incluída no disco "Sempre de Mim", de Camané, publicado em 2008. José Mário Branco foi responsável pelos arranjos musicais e pela direcção musical do disco. Inclui rasuras e apontamentos.
Letra da canção "A Nova Rosa da Mouraria", da autoria de Marco Oliveira. Esta canção foi presumivelmente considerada para ser incluída no álbum "Ruas e Memórias", de Marco Oliveira, publicado em 2021. José Mário Branco foi produtor e responsável pela direcção musical deste disco.