- PT CEDJMB CX-03-17-009
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Transcrição manuscrita do poema com o título "Poema sobre fome", da autoria de Fiama Hasse Pais Brandão.
José Mário Branco
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Transcrição manuscrita do poema com o título "Poema sobre fome", da autoria de Fiama Hasse Pais Brandão.
José Mário Branco
Partituras das canções "Quando eu for grande (Carta aos meus netos) e "Há mar e mar"
Folha de partitura que contém possivelmente uma versão preliminar da melodia da canção "Quando eu for grande (Carta aos meus netos)", com letra de Manuela de Freitas e José Mário Branco, musicada por José Mário Branco; esta canção foi incluída no álbum "Correspondências", de José Mário Branco, publicado em 1991. Esta folha contém também partitura e cifras de acordes da canção "Há mar e mar", da autoria de José Mário Branco, incluída no LP "Duas vezes uma voz" de Alexandra (pseudónimo de Maria José Canhoto), publicado pela EMI-Valentim de Carvalho em 1988.
José Mário Branco
Letra da canção "Quando eu for grande (Carta aos meus netos)"
Letra manuscrita da canção "Quando eu for grande... (Carta aos meus netos)". Contém partes riscadas a caneta. Esta letra foi escrita por Manuela de Freitas e José Mário Branco e musicada por José Mário Branco; foi incluída no álbum "Correspondências", de José Mário Branco, publicado em 1991.
José Mário Branco
Letra da canção "Emigrantes da quarta dimensão (Carta a J.C.)"
Letra da canção "Emigrantes da quarta dimensão (Carta a J.C.)", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi incluída no álbum "Correspondências", de José Mário Branco, publicado em 1991. Contém anotações e partes da letra riscadas a caneta.
José Mário Branco
Poema "Uma vez que já tudo se perdeu"
Transcrição manuscrita do poema "Uma Vez Que Já Tudo Se Perdeu", da autoria de Ruy Belo. Este poema foi musicado por José Mário Branco. A canção foi incluída no álbum "Uma Noite de Fados" de Camané, publicado em 1995, com direcção musical de José Mário Branco. A canção foi também incluída nos espectáculos e no álbum "José Mário Branco ao vivo em 1997". Esta transcrição contém o seguinte acrescento ao título do poema: "Carta a João de Sousa, ex-dirigente operário", o que leva a crer que José Mário Branco poderá ter considerado incluir esta canção no álbum "Correspondências" (1991).
José Mário Branco
Manuscrito de letra de canção cujo primeiro verso é "Os chacais andam às sobras" ("Os Chacais"), presumivelmente da autoria de José Mário Branco. Contém partes da letra rasuradas. Não há registo desta canção ter sido publicada.
José Mário Branco
Lista com referências a canções de José Mário Branco, algumas das quais seriam incluídas no álbum"Correspondências" (1991). Esta lista indica possíveis correspondentes das canções: "Zeca" (José Afonso); "Henriquinho" (Henrique Branco) - "Quando eu for grande..."; "Soares" (possivelmente Mário Soares) - "Edificas o teu tempo..." (verso que inicia o poema "Revolta ou demissão", escrito por Manuela de Freitas); "Xico" (possivelmente Chico Buarque) - "(Camões) Correm turvas" (poema de Luís de Camões); "Tino Flores - Andamos a ver se vemos" (Quantos é que nós somos); "Paris"; "Soldados da Guerra Colonial"; "J. Cristo"; "Guevara"; "Brasil"; "Anos de Paz".
José Mário Branco
Excerto manuscrito, com rasuras e acrescentos, da primeira parte de um poema da autoria de Manuela de Freitas e que seria musicado por José Mário Branco, com o título "Revolta ou demissão (Carta a um ditador)". Não há registo desta canção ter sido publicada. A canção é também referida em documentação associada ao disco "Correspondências" (1991) e foi incluída numa gravação caseira em cassete. Presume-se que José Mário Branco possa ter considerado incluir esta canção neste álbum.
Manuela de Freitas
Poema "Eu sou daqui, marinheiro sou"
Poema manuscrito a lápis por José Mário Branco, com o título "Eu sou daqui, marinheiro sou". Presume-se que contenha referência à canção "Marinheiro Só", de Caetano Veloso (1969). Contém uma tabela e diversas contas.
José Mário Branco
Poema "Os cartazes nas paredes"
Poema manuscrito por José Mário Branco, que inicia com os seguintes versos: "Os cartazes nas paredes / dizem tudo que é preciso / e eu fico a olhar pra eles / a ver se ganho juízo".
José Mário Branco