Correspondência dos serviços de representação de teatro da Sociedade Portuguesa de Autores para José Mário Branco. Nesta correspondência, a SPA inclui o reenvio de uma "nota de instruções" em branco, para ser preenchida com as informações necessárias para a salvaguarda dos direitos de autor relativos à peça de teatro "Gulliver", encenada por Hélder Costa e estreada em 1997, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. A carta é assinada por Carlos (?), em nome do director António Reis. Inclui um contacto manuscrito com menção a "ANIM", possivelmente referindo-se ao centro de preservação Arquivo Nacional das Imagens em Movimento, da Cinemateca Portuguesa.
Discurso manuscrito, realizado no âmbito de comemorações do 17º aniversário do 25 de Abril. Encontra-se assinado por "Os n/artistas", estando possivelmente relacionado com a UPAV. O verso da folha contém um manuscrito do poema "Uma vez que já tudo se perdeu", da autoria de Ruy Belo. Este poema foi musicado por José Mário Branco e incluído no álbum "Uma Noite de Fados" (1995), de Camané, com produção de José Mário Branco. Fez também parte do alinhamento dos espectáculos e álbum de José Mário Branco "Ao vivo em 1997".
Alinhamento/programa de actuação de José Mário Branco em Odemira, realizado a 25 de Abril (provavelmente de 1988), impresso numa folha template com o símbolo da UPAV. Inclui um alinhamento de canções: "Águas paradas não movem moinhos"; "Queixa das almas jovens censuradas"; "Tiro-no-liro"; "Quantos é que nós somos?"; "Remendos e côdeas"; "Zeca"; "Quando eu for grande"; "Cada dia são cem"; "Fado Penélope"; "Primavera"; "Fado da tristeza"; "Os meninos de amanhã"; "Sant'Antoninho"; "A velha mãe e seus dois filhos"; "Camões e a tença"; "Emigrantes da 4ª dimensão"; "Eu vim de longe (Chulinha)"; "Confederação"; "A cantiga é uma arma".
Letra da canção "Quando eu for grande... (Carta aos meus netos)", escrita por Manuela de Freitas e José Mário Branco, musicada por José Mário Branco. Esta canção foi incluída no álbum "Correspondências", de José Mário Branco, publicado em 1991.
Partitura manuscrita de separador para flauta da canção "Revolta ou demissão". Esta canção, com o título completo "Revolta ou demissão (Carta a um ditador)", foi escrita por Manuela de Freitas e musicada por José Mário Branco, não havendo registo de ter sido publicada. A canção é também referida em documentação associada ao disco "Correspondências" (1991) e foi incluída numa gravação caseira em cassete. Presume-se que José Mário Branco possa ter considerado incluir esta canção neste álbum. A folha inclui também menção ao Angel Studio.
Fotocópia da letra da canção "Diminuendos (Carta ao Senhor Fonseca)", escrita por Manuela de Freitas e musicada por José Mário Branco. Esta canção foi incluída no álbum "Correspondências", de José Mário Branco, publicado em 1991, com o título "Diminuendos (Carta ao Sr. Silva)". Contém o nome de José Peixoto, músico que participou na gravação do disco e que foi responsável pelos arranjos musicais de algumas canções deste álbum.
Fotocópia da letra da canção "Dairinhas (Carta ao Daniel Filipe)", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi incluída no álbum "Correspondências", de José Mário Branco, publicado em 1991. Contém o nome de José Peixoto, músico que participou na gravação do disco e que foi responsável pelo arranjo musical desta canção.
Fotocópia da letra da canção "1900 (Carta ao Alexandre)". O poema original, intitulado "Alexandre", foi escrito por Mário Jorge Bonito e musicado por José Mário Branco. A canção, com o título "1900 (Carta a Anton Tchekhov)", foi incluída no álbum "Correspondências", de José Mário Branco, publicado em 1991.