Fotocópia da partitura geral (clarinete, violoncelo, piano e voz) da peça teatral "A Vida de Galileu", com música e canções de José Mário Branco. Esta peça foi adaptada do original de Bertolt Brecht por Yvette Centeno e encenada por Carlos Avilez para o Teatro Experimental de Cascais, tendo estreado em 1986 com o título "Galileu Galilei".
Insert / folheto incluído no disco "Ser Solidário", de José Mário Branco, publicado em 1982 pela Edisom. Inclui as letras das canções deste disco. Algumas destas canções foram incluídas nos espectáculos "Fim de Noite" (1987).
Alinhamento das canções incluídas no duplo CD de José Mário Branco "Ao Vivo em 1997", que inclui a gravação dos espectáculos ao vivo de José Mário Branco no Coliseu do Porto a 14 de Junho de 1997, no Teatro da Trindade em Lisboa a 15, 16 e 18 de Junho de 1997, e no Teatro Gil Vicente em Coimbra a 20 de Junho de 1997. Inclui as autorias das canções e campos em branco de "tempo", "origem" e "observações" para cada canção. Alinhamento: 1ª parte / CD 1 - "Eh companheiro" (Sérgio Godinho / José Mário Branco); "Uma vez que já tudo se perdeu" (Ruy Belo / José Mário Branco); "Inquietação" (José Mário Branco); "Cantiga de trabalho" (João Lóio / José Mário Branco); "Engrenagem" (José Mário Branco); "Elogio da corporação" (José Mário Branco); "Remendos e côdeas" (José Mário Branco, segundo Bertolt Brecht); "Moncorvo torre e gente" (José Mário Branco); "Shalom Palestina" (José Mário Branco); "Arrocachula" (José Mário Branco); "Margem de certa maneira" (José Mário Branco); "Ser solidário" (José Mário Branco); 2ª parte / Cd 2 - "1900" (Mário Jorge Bonito / José Mário Branco); "De pé (Saudação a Antero)" (José Mário Branco); "Menina dos meus olhos" (José Mário Branco); "Teu nome Lisboa" (Manuela de Freitas / José Mário Branco); "Capote preto, capote branco" (José Mário Branco); "Terra quente" (José Mário Branco); "As canseiras desta vida" (José Mário Branco, segundo Bertolt Brecht); "Emigrantes da quarta dimensão" (José Mário Branco); "Queixa das almas jovens censuradas" (Natália Correia / José Mário Branco); "A noite" (José Mário Branco); "Cantiga de alevantar ("Leva-leva")" (José Mário Branco, segundo Bertolt Brecht).
Letra da canção "ABC". Esta letra foi adaptada e musicada por José Mário Branco a partir da tradução para português, realizada por Yvette Centeno e Teresa Balté, da peça de teatro "A Mãe", da autoria de Bertolt Brecht. Esta canção, com o título "ABC (Elogio Da Aprendizagem)", foi incluída na versão desta peça pelo grupo de teatro A Comuna (1977) e no álbum "A Mãe" (1978) de José Mário Branco, que consiste nas canções que fizeram parte da música da peça. Presume-se que esta canção terá sido considerada para os espectáculos "Ser Solidário" (1980/1982) de José Mário Branco, organizados pelo Teatro do Mundo.
Correspondência fax da EMI-Valentim de Carvalho que contém a letra da canção "As canseiras desta vida", da autoria de José Mário Branco segundo Bertolt Brecht, originalmente incluída no LP "A Mãe" (1978), de José Mário Branco. Esta canção foi incluída nos espectáculos de José Mário Branco ao vivo em 1997 e incluída no duplo CD de José Mário Branco "Ao Vivo em 1997", que inclui a gravação dos espectáculos ao vivo de José Mário Branco no Coliseu do Porto a 14 de Junho de 1997, no Teatro da Trindade em Lisboa a 15, 16 e 18 de Junho de 1997, e no Teatro Gil Vicente em Coimbra a 20 de Junho de 1997.
Letra da canção "Não te prendas a uma onda". Esta canção, com letra adaptada a partir de um texto de Bertolt Brecht, traduzido por Fiama Hasse Pais Brandão e musicada por José Mário Branco, foi originalmente elaborada para a peça de teatro "Homem Morto, Homem Posto" do grupo de teatro A Comuna. Com o título "Não te prendas a uma onda qualquer", foi incluída nos espectáculos "Ser Solidário" (1980-82) de José Mário Branco, organizados pelo Teatro do Mundo, e no álbum "Ser Solidário" de José Mário Branco, publicado em 1982.
Letra da canção "Não te prendas a uma onda qualquer", adaptada a partir de um texto de Bertolt Brecht, traduzido por Fiama Hasse Pais Brandão e musicado por José Mário Branco. Esta canção foi incluída nos espectáculos (1980 / 1982) e no álbum "Ser Solidário" (1982), de José Mário Branco. Foi presumivelmente considerada para ser incluída no espectáculo de José Mário Branco e Jean Sommer, realizado no Teatro Rivoli, no Porto, a 22 de Dezembro de 1998.
Letra da canção "Qual é coisa, qual é ela". Esta letra foi adaptada e musicada por José Mário Branco a partir da tradução para português, realizada por Yvette Centeno e Teresa Balté, da peça de teatro "A Mãe", da autoria de Bertolt Brecht. Esta canção, com o título "Qual É Coisa Qual É Ela (Elogio Do Comunismo)", foi incluída na versão desta peça pelo grupo de teatro A Comuna (1977) e no álbum "A Mãe" (1978) de José Mário Branco, que consiste nas canções que fizeram parte da música da peça. O documento foi produzido após a publicação do álbum "A mãe", presumivelmente para interpretação da canção em actuações ao vivo.
Letra da canção "Qual é coisa, qual é ela". Esta letra foi adaptada e musicada por José Mário Branco a partir da tradução para português, realizada por Yvette Centeno e Teresa Balté, da peça de teatro "A Mãe", da autoria de Bertolt Brecht. A canção, com o título "Qual É Coisa Qual É Ela (Elogio Do Comunismo)", foi incluída na versão desta peça pelo grupo de teatro A Comuna (1977) e no álbum "A Mãe" (1978) de José Mário Branco, que consiste nas canções que fizeram parte da música da peça. Presume-se que José Mário Branco terá considerado incluir esta canção nos espectáculos "Ser Solidário" (1980/1982), organizados pelo Teatro do Mundo.
Letra da canção "Remendos e côdeas". Esta canção foi originalmente incluída na versão de A Comuna da peça de teatro "A Mãe" (1977), da autoria de Bertolt Brecht, e no álbum "A Mãe" (1978) de José Mário Branco, que consiste nas canções que fizeram parte da música da peça. Foi incluída nos espectáculos de José Mário Branco, realizados em 1997, e dos quais resultaria o disco "José Mário Branco ao Vivo em 1997".