Anotações com informações sobre hardware e software informático. São referidos os software Digital Performer, Finale e Sibelius, assim como computadores Apple com processador G3 e um gravador CDRW Yamaha 6416. São referenciados o Banco Espírito Santo, a EDP, Paulo Ferreira, entre outros. Inclui também anotações de calendário sobre as ilhas de São Vicente e do Sal.
Cheque do Banco Espírito Santo, da conta de Manuela de Freitas e assinado por José Mário Branco, emitido à ordem da Tesouraria da Fazenda Pública (IGCP - Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública) e devolvido por esta entidade.
Envelope do Banco Espírito Santo com anotações diversas e referências de contacto. Encontram-se referências à Vachier & Associados, Moçambique Tours, Engenheiro Maciel Filipe, entre outras.
Procuração redigida em nome de Luis Morais que autoriza Manuela de Freitas e José Mário Branco a adquirir uma moradia em Altura, Castro Marim, e a solicitar empréstimo bancário. Foi redigida no 21º Cartório Notarial de Lisboa por Maria da Graça Albuquerque Oliveira.
Recibo de emissão de um cheque em nome de António Cândido Guedes Branco (pai de José Mário Branco) para José Mário Branco, provavelmente para a compra de exemplares do single "Ronda do Soldadinho / Mãos ao Ar!", de José Mário Branco, uma edição de autor publicada em 1970.
Recibo de entrega de numerário em nome de Manuela de Freitas, do Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa. O verso do recibo inclui três versos com o título "Cega-Rega", presume-se que relativo à canção "Cega-rega das entrelinhas", cuja letra também corresponde à canção intitulada "Um passo atrás, dois passos à frente". Esta última canção estava planeada para inclusão no disco "Crónica", de José Mário Branco (em colaboração com Álvaro Guerra), projectado para ser gravado entre 1973 e 1974, porém nunca foi publicado.