Texto de José Mário Branco para ser incluído na capa do álbum "Ser Solidário", publicado em 1982. Inclui referências a José Gabriel Trindade Santos e José Fortes.
Fotocópia de página de livrete da edição em CD do disco "Correspondências" (1991), de José Mário Branco, com destaque a caneta da referência ao uso de computadores Apple Macintosh.
Contém partituras e letra da canção "Fado em dó maior", da autoria de José Mário Branco. Esta canção, com o título "Faduncho português", foi elaborada para a peça de teatro "Gulliver", encenada por Hélder Costa e estreada em 1997, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004. A capa desta subpasta inclui lista de instrumentos e lista de pessoas para integrar o coro, entre outros apontamentos.
Ficha técnica da primeira série dos espectáculos "Ser Solidário" (1980/1982) de José Mário Branco, organizados pelo Teatro do Mundo e realizados entre Novembro e Dezembro de 1980 no Teatro Aberto, em Lisboa. Direcção Musical: José Mário Branco e José Gabriel Trindade Santos Encenação: Manuela de Freitas e Adolfo Gutkin Assistência de encenação: Gabriela Morais Produção: Cucha Carvalheiro Assistência de Produção: Teo de Carvalho, Conceição Costa Cabral e Jean-Pierre Tailhade Sonoplastia: Flo e Manuel Cardoso Assistência de sonoplastia: Luis Martins Saraiva Interpretação de José Mário Branco Fernando Júdice: Baixo eléctrico e contrabaixo Júlio Pereira: Viola eléctrica, acústica Martin, guitarra portuguesa e banjo tenor Pedro Luís: Piano eléctrico e string Ensemble Rui Cardoso: Saxofones soprano, alto e tenor e flauta transversal e clarinete baixo Zé da Cadela: Bateria António Branco, Fernanda Neves e Gustavo Sequeira: coros
Versão preliminar dos créditos / ficha técnica do duplo CD "Ao Vivo em 1997", de José Mário Branco. Inclui autorias e informações de espectáculos, textos, material fotográfico, ficha técnica artística, ficha técnica espectáculos, ficha técnica gravações, ficha técnica produção (espectáculos), apoios, agradecimentos, design gráfico. Contém várias rasuras e apontamentos a caneta. Este disco foi resultado da gravação de espectáculos ao vivo de José Mário Branco no Coliseu do Porto a 14 de Junho de 1997, no Teatro da Trindade em Lisboa a 15, 16 e 18 de Junho de 1997, e no Teatro Gil Vicente em Coimbra a 20 de Junho de 1997.
Projecto de estatutos da Fundação da Casa do Plátano, elaborado por Manuela de Freitas e José Mário Branco, enviado ao advogado José António Pinto Ribeiro. Inclui indicação de ser um documento "confidencial". Inclui anotações e lista de nomes acrescentados a caneta. Este documento foi impresso numa folha de rascunho cujo verso inclui um anúncio comercial da impressora Laser Writer II f, comercializada pela Apple Inc..
Proposta gráfica para o projecto teatral "Onde está o inimigo?", a ser encenado pelo Teatro do Mundo com a direcção de António Branco, mas que não foi concretizado. Este projecto consistia na adaptação de duas peças de teatro de Fernando Abarral - "Piqueni-que no campo" e "Fando e Lis". José Mário Branco seria responsável pela música desta peça. O verso da folha inclui vários contactos de José Gabriel Trindade Santos.
Folha com texto biográfico de José Mário Branco, da autoria de José Gabriel Trindade Santos, incluído no programa dos espectáculos "Ser Solidário" (1980/1982) de José Mário Branco, organizados pelo Teatro do Mundo. Inclui referências a várias canções, discos, grupos, filmes e peças de teatro.
Apontamentos, provavelmente mapeamento de pistas da canção "Cá vai Caneças", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi incluída no álbum "A Noite", de José Mário Branco, publicado em 1985 pela UPAV - União Portuguesa de Artistas de Variedades; e foi incluída em vários espectáculos de José Mário Branco, incluindo os concertos de "A Noite", apresentados no Coliseu de Lisboa em 1985. Inclui indicações de instrumentos e músicos.
Contrato de compra e venda de imóvel na Serra de Montejunto, Cadaval, estando identificados como primeiros outorgantes José Marcos Moreira André e Maria Moreira André, como segundos outorgantes Manuela de Freitas e José Mário Branco, e como terceiro outorgante José Gabriel Trindade Santos. São indicados como abonadores da identidade do segundo outorgante-varão José António Pinto Ribeiro e Luís Manuel Pereira Alves Henriques.