Livro bilingue "Jeu de reflets / Jogo de reflexos", de Nuno Júdice, publicado pelas Éditions Chandeigne - Librairie Portugaise, em 2000. Inclui pinturas de Manuel Amado. Inclui também dedicatória manuscrita de Nuno Júdice para Manuela de Freitas.
Letra da canção "A vida rompeu", poema da autoria de Nuno Júdice, segundo Raúl Brandão, musicado por José Mário Branco para a peça de teatro "A Morte do Palhaço", encenada por João Brites e estreada em 1991, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004.
Letra da canção "A vida rompeu", poema da autoria de Nuno Júdice, segundo Raúl Brandão, musicado por José Mário Branco para a peça de teatro "A Morte do Palhaço", encenada por João Brites e estreada em 1991, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004.
Letra da canção "A vida rompeu", poema da autoria de Nuno Júdice, segundo Raúl Brandão, musicado por José Mário Branco para a peça de teatro "A Morte do Palhaço", encenada por João Brites e estreada em 1991, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004.
Letra da canção "A vida rompeu", poema da autoria de Nuno Júdice, segundo Raúl Brandão, musicado por José Mário Branco para a peça de teatro "A Morte do Palhaço", encenada por João Brites e estreada em 1991, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" (2004), e em várias actuações de José Mário Branco, incluindo num concerto realizado a 25 de Abril de 2005, na Guarda.
Letra da canção "A vida rompeu", poema da autoria de Nuno Júdice, segundo Raúl Brandão, musicado por José Mário Branco para a peça de teatro "A Morte do Palhaço", encenada por João Brites e estreada em 1991, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004.