Correspondência de Yves Chamberland (proprietário dos estúdios do Château d'Hérouville) para José Mário Branco, informando dos valores de reserva e da disponibilidade de duas salas de estúdio (G. Sand e Chopin) para a gravação do LP "Margem de Certa Maneira" de José Mário Branco, publicado em 1972. Inclui ainda a informação de que a reserva destes estúdios será feita após pagamento da factura relativa à gravação do álbum "Pré-Histórias", de Sérgio Godinho.
Ficha por preencher de registo de canções gravadas nos estúdios de Michel Magne, no Château d'Héreuville. Inclui apontamentos de despesas relacionadas com a utilização de vários instrumentos, provavelmente para a gravação de canções da autoria de Jean Sommer, cujos arranjos e direcção musical foram da responsabilidade de José Mário Branco. O verso da folha inclui um excerto manuscrito da letra de uma canção não identificada, e ainda o esboço de uma partitura.
Correspondência de José Mário Branco para Michel Évard (presumivelmente ligado à editora Disques Look For) com informações diversas relacionadas com as condições de José Mário Branco para a produção de um disco com repertório de música popular tradicional portuguesa. Inclui informações sobre a selecção de repertório, orçamentos para arranjos musicais e para músicos, calendarização e orçamento da gravação nos estúdios de Michel Magne no Château d'Herouville, entre outras. Este disco foi aparentemente gravado em finais de 1971 e publicado sob pseudónimo em 1972, em França, tendo duas edições distintas: "O meu coração está em Portugal" (Choeur Manuel Paz et son orchestre) e "Portugal meu Sol" (Orchestre et choeurs Fernando Vira).
Contactos e apontamentos diversos relacionados com a produção do LP "Margem de Certa Maneira", de José Mário Branco, publicado em 1972. Inclui contactos de estúdios de gravação (Hérouville, Studio des Dames, Studio 10, Davout), uma referência à Sassetti e vários apontamentos com contas de custos de gravação.
Correspondência de José Mário Branco, endereçada à empresa Arnaldo Trindade & Cia, Lda, e dirigida a Fernando Pereira (funcionário e director financeiro da Orfeu). Esta carta está relacionada com despesas de gravação do disco "Cantigas do Maio", da autoria de José Afonso, publicado em 1971. José Mário Branco foi responsável pela direcção musical do disco. Inclui informações dos valores de pagamento a Jacques Granier e Tony Branis, músicos que participaram na gravação do disco; a Jean-Claude Naude, músico que não chegou a participar nas gravações do disco; e ao fotógrafo Patrick Ullmann. Inclui ainda referência a Michel Magne, proprietário dos estúdios do Château d'Hérouville e à empresa Magnum International, especializada em masterização e prensagem de discos de vinil.
Fotografia de José Mário Branco, José Jorge Letria, Gilles Sallé e músicos, da autoria de Patrick Ullmann, durante uma sessão de gravação no Château d'Hérouville do disco "Até ao Pescoço", de José Jorge Letria, publicado em 1972.
Vários apontamentos com orçamentos de estúdios considerados por José Mário Branco para a gravação do LP "Margem de Certa Maneira", de José Mário Branco, publicado em 1972. Inclui referência aos estúdios de Hérouville (Château d'Hérouville), Studio 10 (Paris) e Studio des Dames (Paris).
Proposta de contrato do Strawberry Studio (Château d'Hérouville / Studio d'Enregistrements Michel Magne) para a editora Sassetti, relativo à gravação do LP "Margem de Certa Maneira", de José Mário Branco, publicado em 1972.
Fotografia de José Mário Branco, da autoria de Patrick Ullmann, durante uma sessão de gravação no Château d'Hérouville do disco "Até ao Pescoço", de José Jorge Letria, publicado em 1972.