Manuscrito de poema / letra de canção sem título, provavelmente da autoria de José Mário Branco, cujo primeiro verso é "Para essa raiva que nos pega pelos nervos". Uma canção com o título "Raiva", com outra letra, esteve planeada para inclusão no disco "Crónica", de José Mário Branco (em colaboração com Álvaro Guerra), projectado para ser gravado entre 1973 e 1974; porém, nunca foi publicado. O verso da folha inclui uma transcrição do poema "Romance de Pedro Soldado", da autoria de Manuel Alegre, publicado em 1965, que José Mário Branco musicou. A melodia desta canção seria reutilizada em "O Charlatão".
Tradução para francês da letra da canção "Cantiga do ódio", também identificada em documentação como "Cantigas". Esta canção foi musicada por José Mário Branco a partir de três poemas de Carlos de Oliveira: “O Viandante”, “Cantiga dos cravos” e “Cantiga do ódio”.
Letra da canção "Ma Madre Velida". Esta canção foi musicada por José Mário Branco a partir do texto de uma cantiga de amigo da autoria de D. Dinis e incluída no EP "Seis Cantigas de Amigo" de José Mário Branco, publicado em 1969 pelos Arquivos Sonoros Portugueses.
Tradução para francês da letra da canção "Ai Flores do Verde Pinho". Esta canção foi musicada por José Mário Branco a partir do texto de uma cantiga de amigo da autoria de D. Dinis e incluída no EP "Seis Cantigas de Amigo" de José Mário Branco, publicado em 1969 pelos Arquivos Sonoros Portugueses.
Tradução para inglês da letra da canção "A Morte Nunca Existiu" (com o título "Death has never been"). Esta canção, poema de António Joaquim Lança musicado por José Mário Branco, foi incluída no LP "Margem de Certa Maneira", de José Mário Branco, publicado em 1972.
Tradução para inglês da letra da canção "Queixa das Almas Jovens Censuradas" (com o título "Lament of the Censored Young Souls"). Esta canção, poema de Natália Correia musicado por José Mário Branco, foi incluída no disco "Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades", publicado em 1971.
Tradução manuscrita para inglês da letra da canção "A Morte Nunca Existiu" (com o título "Death has never been"). Esta canção, com poema de António Joaquim Lança musicado por José Mário Branco, foi incluída no LP "Margem de Certa Maneira", de José Mário Branco, publicado em 1972.