Letra da canção "A vida rompeu", poema da autoria de Nuno Júdice, segundo Raúl Brandão, musicado por José Mário Branco para a peça de teatro "A Morte do Palhaço", encenada por João Brites e estreada em 1991, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004.
Letra da canção "A vida rompeu", poema da autoria de Nuno Júdice, segundo Raúl Brandão, musicado por José Mário Branco para a peça de teatro "A Morte do Palhaço", encenada por João Brites e estreada em 1991, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004.
Letra da canção "A vida rompeu", poema da autoria de Nuno Júdice, segundo Raúl Brandão, musicado por José Mário Branco para a peça de teatro "A Morte do Palhaço", encenada por João Brites e estreada em 1991, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004.
Letra da canção "Tenho dó das estrelas", poema da autoria de Fernando Pessoa, musicado por José Mário Branco. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004.
Letra da canção "Tenho dó das estrelas", poema da autoria de Fernando Pessoa, musicado por José Mário Branco. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004.
Letra da canção "Tenho dó das estrelas", poema da autoria de Fernando Pessoa, musicado por José Mário Branco. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004.
Transcrição manuscrita do poema "À História", de Antero de Quental, originalmente publicado nas "Odes Modernas". Foi utilizado como apoio para a música da peça de teatro "O Guardião do Rio", encenada por Adolfo Gutkin para o Teatro do Mundo em 1980 e na qual José Mário Branco participou como actor e foi responsável pela música. Foi escrito no verso de folhas de dados do Banco Borges & Irmão.
Transcrição manuscrita de excerto do poema "A Ideia", de Antero de Quental, utilizado como apoio para a música da peça de teatro "O Guardião do Rio", encenada por Adolfo Gutkin para o Teatro do Mundo em 1980 e na qual José Mário Branco participou como actor e foi responsável pela música. Foi escrito no verso de folhas de dados do Banco Borges & Irmão.
Letra da canção "A vida rompeu", poema da autoria de Nuno Júdice, segundo Raúl Brandão, musicado por José Mário Branco para a peça de teatro "A Morte do Palhaço", encenada por João Brites e estreada em 1991, para a qual José Mário Branco foi responsável pela música. Foi incluída no álbum "Resistir é Vencer" de José Mário Branco, publicado em 2004.
Alinhamento de canções dos Gaiteiros de Lisboa, presumivelmente consideradas para serem incluídas nos espectáculos "As margens da alegria", realizados em Abril de 1999. José Mário Branco participou nestes espectáculos e na sua organização. Inclui ainda um poema.