Concertos e recitais

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"A Noite" - Programa

Programa manuscrito com o alinhamento do espectáculo "A Noite", de José Mário Branco, apresentado no Coliseu de Lisboa em 1985: 1ª parte - "Introdução instrumental", "Tentanda via", "Marcha de Caneças", "Tiro-no-liro", "Cantiga de trabalho", "Elogio da corporação", "Bombalhada", "Moncorvo torre e gente"; 2ª parte - "Medley", "Arrocachula", "Camões e a tença", "Cantiga do leite", "A Noite", "Bom barqueiro / Irmãos, irmãos", "Alvorada"; Off - "Pela estrada".

José Mário Branco

Indicações para coro de palco

Indicações de José Mário Branco para coro de palco para as canções "Moncorvo" e "Marcha de Caneças". Inclui excertos das letras destas canções. Estas canções foram incluídas no espectáculo "A Noite", de José Mário Branco, apresentado no Coliseu de Lisboa em 1985. Inclui referência a músicos.

José Mário Branco

Cifras de string (cordas) da canção "A Noite"

Cifras para teclado com som string (cordas) da secção final da canção "A Noite". Esta canção foi incluída no espectáculo "A Noite", de José Mário Branco, apresentado no Coliseu de Lisboa em 1985 e no disco homónimo, publicado pela UPAV - União Portuguesa de Artistas de Variedades, em 1985.

José Mário Branco

Letra da canção "Cá vai Caneças"

Letra da canção "Cá vai Caneças", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi incluída no espectáculo "A Noite", de José Mário Branco, apresentado no Coliseu de Lisboa em 1985; e no disco homónimo, publicado pela UPAV - União Portuguesa de Artistas de Variedades, em 1985.

José Mário Branco

Folha de separador

Folha de separador com o título da canção "A morte nunca existiu". Esta canção, um poema de António Joaquim Lança musicado por José Mário Branco, foi originalmente publicada no LP "Margem de Certa Maneira" (1972) de José Mário Branco, e incluída nos espectáculos (1980-1982) e no álbum "Ser Solidário" (1982), de José Mário Branco.

José Mário Branco

Mapeamento do espectáculo "Fim de Noite"

Fotocópia de mapeamento do espectáculo "Fim de Noite" (1987). Inclui alinhamento das canções, instrumentos utilizados e músicos. Inclui as seguintes referências a canções e momentos do espectáculo: 1ª parte: "Utopia", Coral transição", "Soldadinho", "Mar de Vigo", "L'Acier", "Austerlitz", "Mariazinha", "Aqui dentro de casa", "Cantiga-arma, Jornal do Comércio, Cantiga sem maneiras, Pois Canté, Alerta", "Tango Barulho", "ABC", "Viúva Belavida", "Ser Solidário", "Travessia do Deserto" (rasurada), "Citação FMI", "Camões e a Tença", "Quantos é que nós somos"; "Introdução / Tentanda Via", "Tiro-no-liro", "Galileu", "Já te chamaram Raínha", "Mulher do Campo", "5-4-3-2-1", "Zeca", "A Noite", "Alvorada".

José Mário Branco

L'or et l'acier - Partituras

Contém partitura da canção "L'or et l'acier" da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi planeada ser incluída no projecto de comédia musical "Aerofagus", desenvolvido entre 1969 e 1970 por Jean-Marie Binoche, José Mário Branco e Jean Sommer, mas que não chegou a ser estreado. Foi incluída no espectáculo "Fim de Noite" (1987). A capa desta subpasta é da responsabilidade do CESEM.

Marcha do Bairro Alto - Partituras

Contém partituras da canção "Marcha do Bairro Alto - 1995", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi originalmente elaborada para as marchas populares de Lisboa em 1995 e foi incluída no álbum "Pelo Dia Dentro" de Camané, publicado em 2001. José Mário Branco foi responsável pelos arranjos musicais e pela produção do álbum. José Mário Branco considerou incluir esta canção nos espectáculos realizados em 1997, dos quais resultaria o disco "José Mário Branco ao Vivo em 1997". A capa desta subpasta é da responsabilidade do CESEM.

Partitura da canção "Marcha do Bairro Alto - 1995"

Partitura com melodia da canção "Marcha do Bairro Alto - 1995", da autoria de José Mário Branco. Esta canção foi originalmente elaborada para as marchas populares de Lisboa em 1995 e foi incluída no álbum "Pelo Dia Dentro" de Camané, publicado em 2001. José Mário Branco foi responsável pelos arranjos musicais e pela produção do álbum. José Mário Branco considerou incluir esta canção nos espectáculos realizados em 1997, dos quais resultaria o disco "José Mário Branco ao Vivo em 1997".

José Mário Branco

Se te falta a sopa - Partituras

Contém, maioritariamente, partituras da canção "Se te falta a sopa". Esta canção foi adaptada por José Mário Branco a partir da peça de teatro "A Mãe" de Bertolt Brecht. Com o título "Águas paradas não movem moinhos" foi originalmente incluída na versão d'A Comuna desta peça (1977), e no álbum "A Mãe" (1978) de José Mário Branco, que consiste nas canções que fizeram parte da música da peça. A capa desta subpasta é da responsabilidade do CESEM.

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